Posted by : Allyson souza santos quinta-feira, 16 de julho de 2015



 Olá pessoal! É com grande prazer que apresentamos a todos vocês mais uma análise musical aqui no Portal Vitrine Gospel, e dessa vez o escolhido foi o álbum “A Flecha” gravado pelo cantor e compositor Eduardo Schenatto. Ele que se destaca como compositor de grandes sucessos como Ressurreto (Jairo Bonfim), Enche-nos (Vanilda Bordieri e Elaine de Jesus) e Ressuscitou (Lauriete), entre outros, apresenta ao Brasil o seu mais novo disco.

Músicas fortes e com embasamento bíblico são a característica desse projeto que segue a linha Pop Pentecostal, mas sem deixar a desejar na adoração. A produção musical ficou sob a responsabilidade de quatro excelentes e reconhecidos produtores, sendo eles: Ronny Barbosa, Rafael e Júnior Andrade e Adilson K. Rodrigues. As fotos foram tiradas pelo fotógrafo Jonatan Fernandes e o projeto gráfico foi desenvolvido pela agência Observ Design. Confira a análise:

01. VEM (Eduardo Schenatto): Com uma produção digna de cinema, "Vem" abre o disco trazendo uma belíssima canção pop/pentecostal que retrata a volta de Jesus para arrebatar a sua igreja. Desde o início da canção é possível perceber que vem coisa boa por aí! As rimas bem encaixadas chamam a atenção e o backing vocal formado por nove vozes já empolga desde o início, sem falar da ponte que conta com uma das músicas mais aclamadas da Harpa Cristã: "Glória, glória, aleluia... Vencendo vem Jesus". Essa é uma das melhores faixas do álbum e não por acaso foi escolhida como single. Os grupos de louvor precisam escutar essa canção! A produção é de Rafael e Júnior Andrade.



02. DO CÉU NÃO ABRO MÃO (Patrick Mendes): A segunda faixa do disco fala sobre o céu de glória. Apesar de apresentar um tema abordado em tantas outras canções, “Do céu não abro mão” é uma composição Pop Pentecostal que ganha destaque pelos arranjos e se torna mais empolgante a cada estrofe. Canções como “Celebrarei”, “Cidade de Deus” e “Meu endereço” que possuem letras parecidas com essa, sempre conquistam o público, principalmente os grupos de louvor. A produção é de Rafael e Júnior Andrade.

03. CANÇÃO DE JÓ (Eduardo Schenatto): Uma das passagens mais emocionantes da bíblia é a história de Jó. Toda essa emoção transmitida por causa da sua fidelidade também foi passada nessa canção que recebeu uma interpretação singular e digna de aplausos. É possível imaginar o quanto essa canção foi tratada com cuidado especial até nos mínimos detalhes.  Destaque para a última passagem do refrão. É uma das melhores do álbum! A produção é de Rafael e Júnior Andrade.

04. A FLECHA (Eduardo Schenatto): Com uma belíssima introdução de piano e instrumentos de corda, “A flecha” arrepia, chama a atenção na primeira estrofe e chega à segunda com toda força, mostrando porque foi escolhida como a faixa título do álbum.

“Como flecha nas mãos do Valente, usa a minha vida Deus Onipotente,
Em tua aljava eu sei que eu fui gerado, o meu desejo é alcançar o alvo...”

A letra aborda a força de uma geração fiel nos últimos dias, que se posiciona como flecha nas mãos de Deus. O refrão é o famoso “chiclete”: Contagiante e fácil de aprender e cantar. Com certeza essa é uma das canções mais lindas do álbum. Se a faixa “Vem” não fosse escolhida como single, essa com certeza poderia assumir a posição com louvor. A produção é de Rafael e Júnior Andrade.

05. A ELEITA (Eduardo Schenatto): Essa já começa arrepiando! Após uma declamação cheia de autoridade sobre as características da igreja e uma introdução a base de guitarra e violinos, Eduardo começa a interpretar a canção acompanhado de um violão acústico.  Com certeza essa é uma das melhores do álbum! O refrão foi muito bem escrito, com palavras que se encontram perfeitamente e são fáceis de decorar; sem falar dos arranjos que deram um show à parte. O refrão alternativo: “Marcha, a igreja batalha, a igreja triunfa, a igreja não se cala...” é com certeza a melhor parte da música. A produção musical é de Ronny Barbosa.

06. REINA O CRISTO (Eduardo Schenatto): Sendo a única música do álbum que foi produzida pelo maestro Adilson K. Rodrigues, “Reina o Cristo” se destaca pela letra rebuscada e cristocêntrica. Apesar da melodia lembrar um pouco a música “Reverência a Majestade” (Vanilda Bordieri/Jossana Glessa), a canção consegue surpreender e fortalecer a certeza da qualidade sonora apresentada até aqui. O estilo pentecostal é evidente e a presença forte do backing mais uma vez tem que ser ressaltada e aplaudida. Aliás, desde a canção “Impacto” que também foi escrita por Eduardo e produzida por Adilson, conseguimos perceber o quanto ele preza por um bom backing vocal. Ainda sobre a canção, a participação da cantora Suellen Lima foi a cereja do bolo. A dobradinha entre as duas vozes é um dos pontos altos da canção.



07. MEU BARCO (Eduardo Schenatto): Depois de músicas pentecostais como “Vem”, “A flecha”, “A Eleita” e “Reina o Cristo”, “Meu Barco” chega na hora certa para suavizar um pouco, com um arranjo mais leve e uma letra mais simples, porém gostosa de ouvir. Geralmente canções assim são colocadas no meio do disco para aliviar um pouco a “tensão”, se é que vocês me entendem (Risos). A produção é de Ronny Barbosa.

08. IRRESISTÍVEL GLÓRIA (Eduardo Schenatto): A canção começa unindo três passagens interessantes da bíblia. Primeiro a glória de Deus derramada no Santo dos Santos, depois a presença do Espírito Santo no cenáculo no dia de pentecostes e por último a glória de Deus revelada como nuvem no deserto fazendo sombra para o povo hebreu. Trazendo essa mensagem para os dias atuais, podemos crer que a mesma glória ainda se manifesta nos dias atuais. A canção contou com a participação da cantora Vanilda Bordieri, que por sua vez interpretou com toda “força”. Arrisco-me dizer que é uma das suas melhores interpretações! Quem escuta tem a sensação de que ela está cantando como se estivesse no culto e é essa verdade que queremos escutar nas nossas canções gravadas em estúdio. Outro destaque é a ponte, que em alguns momentos também nos faz lembrar a ponte da música “Enche-nos”, escrita pelo próprio Eduardo. “Miséria, Inveja, Mentira, Pavor, sejam destruídos pela glória do Senhor...” Está aí uma boa dica de música para o seu grupo de louvor. Regentes, fiquem atentos! A produção musical é de Ronny Barbosa.



09. EMANUEL (Eduardo Schenatto): Músicas que versam as características de Deus... Como poderíamos cantar mais músicas assim! “O Emanuel” traz um toque ainda mais suave ao álbum do que a canção “Meu barco”. A canção versa elogios a Deus do início ao fim, citando seus atributos e nomes em uma melodia contagiante! Experimente escutá-la de olhos fechados. Com certeza você sentirá vontade de adorar cada vez mais ao Grandioso Deus.


10. ATRAVÉS DA FÉ (Eduardo Schenatto): Difícil não se apaixonar por essa canção! Assim que o cantor começa a interpretá-la guiado por um piano já é fácil entrar na dimensão dela. E o que falar da “caída” na parte “O Homem da Cruz...”? Ficou sensacional! Impossível não se emocionar! Podem até achar que é exagero, mas essa canção ficou tão bem produzida que chega a parecer versão de alguma música internacional. Parabéns aos produtores Rafael e Júnior Andrade, vocês arrebentaram!

 11. EXCLUSIVA ADORAÇÃO (Eduardo Schenatto): E pra fechar o álbum, uma história bíblica em forma de canção. A letra fala sobre o posicionamento dos três jovens que não se prostraram diante da estátua de Nabucodonosor porque escolheram ser fiéis a Deus. Essa canção não traz muita novidade e tem praticamente a mesma estrutura de algumas canções que já escutamos, principalmente no pré-refrão, onde ela se torna um pouco maçante (eu disse um pouco). Apesar de ser composição do próprio cantor, “Exclusiva adoração” é regravação das cantoras Mary Hellen e Roberta Couto.

“A Flecha” apresentou um Eduardo Schenatto mais maduro em relação aos álbum anterior e obviamente com mais personalidade musical. Com certeza cada canção traz um sentido especial para esse projeto, fazendo com que ele passeie por mais de um estilo musical e aborde temas diferentes. Esse é com certeza um dos melhores álbuns já lançados em 2015! Quem dera se ele obtiver o reconhecimento merecido pelas mídias e pelo público. Será que no ano que vem tem “Troféu de Ouro”?

Ah, seria injusto não mencionar o nome dos integrantes do backing vocal. Que trabalho excelente! Foi lindo ouví-los cantar com tanta força e precisão, dando o seu melhor para que tudo ficasse tão perfeito e audível! Parabéns!

Backing Vocal:

Equipe Rafael e Júnior: Vanessa Grazunio, Patrícia Moraes, Anne Vieira, Jackeline Sobral, Pedro Xavier, Anderson Fernandes, Iana Andrade, Rafael Andrade e Júnior Andrade.
Equipe Ronny Barbosa: Hedy Barbosa, Paloma Possi, Rodrigo Mozart.
 Equipe Adilson K.Rodrigues: Carine Luup, Estela Vargas, Miriam Cristina, Andrea Chrys, Rosana Cardoso, Keneddy Teles, Marquinhos e Rafael.
 






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Até a próxima pessoal!



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